Detalhes Bizantinos

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Terminando alguns mosaicos na quarentena

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Mesas de Varanda

“Essa mesa não serve apenas para apoiar objetos, ela apóia o encontro das pessoas que fizeram da colagem de formas e cores um jeito de destampar talentos”.

Gilberto Dimenstein

Mosaico executado em azulejo e pastilhas de vidro sobre MDF

70 cm

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mosaico executado com porcelanas e vidro manchado sobre MDF

70 cm

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mosaico executado com pastilhas de cerâmica e azulejos decorados sobre MDF

40 cm

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Mosaico executado com pastilhas de cerâmica sobre MDF

80 cm

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Mosaicos pós Covid

Recomeçando devagar, fazendo um presentinho para uma filha… Depois de 3 semanas de quarentena absoluta, a energia voltou com muita vontade de fazer mosaicos!! É uma terapia ocupacional e psicológica maravilhosa!

Festa de Mosaico!

Bolo de Casamento – Mosaic Wedding Cake
Material – pastilhas e azulejos sobre concreto celular.
Tamanho – 35 x 26 cm

Cup Cakes em mosaico de azulejos pintados sobre concreto celular
Tamanho – 13 x 10 cm

Frutas em azulejos pintados sobre isopor
Espetinhos – Mosaic Kebab Skewer
Material – vidros especiais, smalti, granito e pastilhas de cerâmica
37 x 25 cm

Espelho de espelhos

Há algum tempo eu penso em trabalhar com reciclagem de espelhos. Começo agora meu primeiro projeto depois de ver um antigo espelho caído da parede porque a corda que o prendia, antiga também, apodreceu…

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52 x 70 cm

 

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33,5 x 33,5 cm

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23 x 26 cm

 

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23 x 26 cm

 

Janela em Flor

Marlymosaicos

micromosaico

Primeiro curso de micromosaico feito no Atelie Vera Oliveira! Usamos pastilhas de vidro, de porcelana, stained glass, filatti, e pedras preciosas.

Janelas em Mosaico

Continuando com minha série Janelas em mosaico, compartilho o trabalho executado no curso de micromosaico com a professora Véra Oliveira.

Marlymosaicos

26 x 18 cm

Usei pastilhas de vidro, de porcelana, e “fillati” de vidro.

Pote de Cerâmica

Pote de cerâmica trabalhado em pastilhas de vidro e mille fiore.

80 cm

Novos trabalhos

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Pote de cerâmica, trabalhado com pastilhas de vidro e millefiore.

80 cm

Rosto – Portrait

Mais um estudo de cores, andamento, luz e sombra através da figura humana. Material: smalti, pastilhas de vidro e azulejos.

Tamanho 26x38cm

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1o. Ateliê Aberto

Esse é o primeiro Ateliê Aberto que esperamos dar continuidade todos os anos. A proposta é nos reunir a artesãos e artistas convidados para mostrar e disponibilizar nosso trabalho!

atelie aberto 2017

Tesouro no Lixo – “O Adonis de Dor”

Foto 1 – OS ROLIÇOS LÁBIOS VERMELHOS e os grossos cachos da figura deste mosaico são semelhantes aqueles usados por senhoras elegantes, mas de fato retrata a face de um homem – uma máscara te…

Fonte: Tesouro no Lixo – “O Adonis de Dor”

Tesouro no Lixo – “O Adonis de Dor”

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Foto 1 – OS ROLIÇOS LÁBIOS VERMELHOS e os grossos cachos da figura deste mosaico são semelhantes aqueles usados por senhoras elegantes, mas de fato retrata a face de um homem – uma máscara teatral masculina, para ser preciso. Escavado de uma cova romana em Tel Dor, este magistral mosaico com luxuriante guirlanda de frutas e fitas, foi destruído em tempos antigos. Os autores S. Rebecca Martin e Andrew Stewart examinaram este misterioso e encantador achado, tanto quanto uma pessoa que o tivesse adquirido.

S. Rebecca Martin e Andrew F. Stewart

Tradução Marly B Vieira

Muitas pessoas que veem pela primeira vez esse assombroso mosaico descoberto em Tel Dor, pensam se tratar de uma mulher, assim como o editor da BAR Hershel  Shanks quando visitou o lugar no verão de 2008. Ele o comparou com o mosaico de Sephoris que foi apelidado de “Mona Lisa da Galiléia”, sugerindo que poderia ser chamada de “Mona Lisa de Dor”. Quando os escavadores do mosaico e os editores(1) explicaram que de fato ele representava uma máscara de teatro de um homem jovem, suspensa numa guirlanda floral, a editora contribuidora da BAR, Suzanne Singer, sugeriu uma alcunha melhor – “Adonis de Dor”.

Infelizmente este fragmento de mosaico não foi achado in situ. Na verdade ele foi jogado fora.  Devido à sua excelente qualidade, é difícil acreditar que alguém destruiu intencionalmente este mosaico. Foi ele destruído por um terremoto? Ou por algum conquistador? Provavelmente ele tenha sido removido do seu local original e eliminado na era romana, como parte de uma ampla reorganização e projeto de reconstrução de uma cidade. Pelo fato de ter sido encontrado junto com entulho de obras, não sabemos de que tipo de construção ele veio, nem sua data exata. Seu estilo sugere que ele data por volta de 100 a.C. quando Dor, uma cidade aparentemente fenícia, foi um porto helenístico movimentado na costa leste mediterrânea, cerca de 20 quilômetros ao sul da moderna cidade de Haifa e 60 quilômetros ao norte de Tel Aviv.

Dor é um exemplo bem preservado de uma das muitas cidades-estado independentes que dominaram a planície costeira e vales interiores do mediterâneo ocidental na era Helenistica. Os antigos reis Hasmoneanos, notadamente Alexandre Janaeuss (que governou de 104-78 a.C.), fez campanha para conter o poder destas cidades para poder anexar seus territórios aos do Reino Judaico. De acordo com Josephus, o tirano Zoilos governou Dor e sua cidade vizinha Straton’s Tower (mais tarde chamada de Cesareia Romana) em fins do segundo século a.C.(2) Alexander Jannaeus pode ter perdido o controle destas cidades distantes de Zoilos cerca de 100 a.C. por volta do mesmo tempo em que o mosaico foi feito – e então impiedosamente destruído.

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Foto 2 – PORTÃO PARA O OESTE. No fim do segundo século a.C., o movimentado porto phenicio de Dor (acima) foi uma cidade-estado rodeada por vastos reinos. De acordo com Josephus, o “tirano” Zoilos governava Dor e a vizinha Cesaréia (naquele período chamada Straton’s Tower) enquanto generais Romanos e Seleuticos, Ptolomeicos e reis Hasmoneanos concorriam por poder e territórios no oriente próximo. O rei Alexander Jannaeus provavelmente tomou o controle das cidades de Zoilo por volta do ano 100 a.C. e adicionou-as ao território judeu. Mas o abundante comércio com o oeste já tinha deixado marcas em Dor.

O mosaico é o exemplo mais completamente preservado do opus vermiculatum encontrado em Israel; de fato, este é um dos únicos conhecidos, sendo o outro um exemplo muito fragmentado de Tel Anafa no monte da Galiléia. Opus vermiculatum, ou “trabalho de verme”, é uma técnica que emprega peças muito pequenas de pedra, cerâmica e vidro de 3 a 5 milímetros de diâmetro – e algumas vezes menores ainda, colocadas sobre uma fina argamassa. A variedade de cores usadas é extraordinária e inclui uma ampla gama de verdes, azuis e amarelos, e ainda o branco. A maioria das tesselas, ou cubos de mosaico são pequenos quadrados, mas seu tamanho e forma variam de acordo com sua posição. Onde o fundo branco se aproxima da área decorada, as tesselas são colocadas com a técnica do vermiculatum, incluindo pequenas peças irregulares, frequentemente de até 1 milímetro, fazendo a curva, como um verme, para contornar a face, frutas e flores.

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3 – BELO “TRABALHO” SE PUDER ENTENDÊ-LO. Opus vermiculatum é um estilo de mosaico raro em Israel – o mosaico de Dor é um de apenas dois conhecidos – mas foi bem conhecido no mundo helenístico. O nome veio da palavra latina para “trabalho de verme” Enquanto outros estilos de mosaicos têm o fundo de tesselas colocadas em linhas retas, no opus vermiculatum as tesselas são colocadas seguindo a forma das figuras do mosaico, como visto em volta do chapéu no detalhe acima. Essa técnica, que é considerada uma das mais difíceis, cria um efeito que ressalta o contorno do desenho.

A representação das formas neste mosaico reflete um toque de mestre. A variedade de cores é surpreendente: marrom rosado e cinza claro para a pele; vermelho rosado para as características arredondadas, como o queixo, orelha, face e fendas nasais; uma mistura de branco com amarelo claro para as partes iluminadas. O lado direito da face é sombreada de marrom para enfatizar a curvatura da cabeça. Vários tons de vermelho são usados para os lábios entreabertos. O que foi preservado da boca aberta é o suficiente para revelar que seu lado esquerdo termina abruptamente numa linha vertical, mostrando como foi cortado o tecido da máscara. As partes do nariz que restaram são delineadas em marrom. O olhos com as pálpebras pesadas são encabeçados por grossas sobrancelhas escuras. Os olhos com grandes pupilas são compostos de pequenas tesselas especiais; o olho esquerdo consiste de quase 30 delas.

A face é emoldurada dos lados por um ondulado cabelo marrom caindo em cachos. A figura veste um chapéu vermelho e dourado que é cravejado com quatro gavinhas de frutos de hera amarelo-esverdeadas. Abaixo das gavinhas de frutos de hera encontra-se um filete em cores marrons e azuis. Um notável laço de fita azul-esverdeado amarra todos os elementos – chapéu, filete, frutas e máscara; ele também prende a máscara à guirlanda atrás dela, e salta pela parte de baixo. A fita é azul escura, azul brilhante, azul claro e com vidro verde e pedras que são quase turquesa. Essas variações de luz e sombra, chamadas de chiaroscuro dão uma ilusão impressionante de profundidade para a superfície bidimensional.

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MOSAIC TILE HOUSE – Venice – CA

The Mosaic Tile House

1116 Palms Blvd Venice CA 90291

Num passeio a Califórnia fui gentilmente presenteada com um convite-surpresa especial! Marcamos hora e lá fomos nós pensando no que nos aguardava. Ao estacionarmos logo chamou nossa atenção o muro, ou melhor, uma espécie de murada toda azulejada com uma casa muito colorida sobressaindo-se por trás das árvores pequenas do jardim. Yes!!! pensei. Minha irmã sabe realmente do que eu gosto!

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tile house entrada

Logo na entrada há um banco “gaudinesco” onde recebemos as boas vindas.

Tile House

Cheri Pann, a artista e proprietária veio nos receber com um sorriso muito amigável e nossa conversa fluiu por todo o trajeto. Ela estudou piano, dança e teatro antes de fazer Gravura na UCLA e finalmente fez seu mestrado em Belas Artes.

 

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Cheri nos contou como ela e o marido Gonzalo Duran começaram a reformar o banheiro, depois a cozinha e por fim azulejaram a casa toda, desde o teto, até os muros externos. Gonzalo também é um artista cujo imaginário é rico e fabuloso.

banheiro

cozinha

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Entram no processo do mosaico peças e fragmentos de cerâmica, porcelana, metal, etc. Sendo que a maior parte da cerâmica é feita e queimada no enorme ateliê construído por eles atrás da casa.

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O ateliê parece um laboratório, é uma delícia andar por ele e escutar sobre os processos criativos de Cheri.

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Chama a atenção o trabalho de serralheria artística nos portões e grades feitos por Gonzalo utilizando talheres, conchas, e ferramentas.

portão de talheres Pann e eu

talheres e serrote

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A casa está aberta para visitação através de hora marcada e compra de um ingresso módico. Cheri e Gonzalo também promovem exposições com venda de material produzido por eles, e ainda é possível celebrar casamentos nas dependências da casa.

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tile house casamento

Visite o site oficial e não deixe de ver o vídeo no youtube onde você vai sentir como a arte envolve a vida desse casal de uma maneira espontânea.

http://www.cheripann.com/The_Mosaic_Tile_House.html

Você usa Beach Glass nos mosaicos?

A Praia dos Vidros – Onde o mar recebeu lixo e devolveu tesouros.

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Fort Bragg, na Califórnia, USA, é conhecida como a praia dos vidros, ou Beach Glass. É um lugar onde a natureza fez seu árduo trabalho para consertar aquilo que o homem não cuidou e deliberadamente destruiu, oferecendo algo belo e intrigante.

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Por décadas, em total abandono, as falésias destas praias receberam todo tipo de lixo das cidades próximas, desde carcaças de carros, eletrodomésticos, peças de motores, lixo tóxico, etc. Somente nos anos 1960 as autoridades começaram a se preocupar com a remoção e a limpeza da área de cerca de vinte hectares que agora está sob a proteção do Estado fazendo parte do sistema Califórnia State Park, e foram incorporados ao MacKerricher State Park.

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Também chamada de Praia Milagrosa, ela está situada numa das enseadas desta costa recortada do norte da Califórnia

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(foto de Robert S.)
Chegando em Fort Bragg é preciso informar-se bem, pois é preciso achar a enseada certa para encontrar aquele maravilhoso panorama colorido pois há muitas pessoas que não conseguem chegar ao local certo e voltam decepcionadas.

Para chegar lá existe uma trilha e você deve estar equipado para escalar umas pedras. Em algumas falésias há restos de metal amalgamado com rochas e oferecem certo risco para o visitante desavisado.

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(foto de Chelsea W.)

Porém quando você chega a praia dos Vidros… é um espetáculo ver o milagre que o mar conseguiu fazer com suas ondas indo e vindo através dos anos, engolindo o lixo e devolvendo seixos de vidro lisos e coloridos. Há toneladas de pedaços de vidros coloridos “lixados” pela areia do mar embelezando as praias.
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Os vidros azuis, vermelhos e violeta quase não existem mais. Mas fica mais interessante procurar por eles. E é lógico, deixá-los lá antes de sair! (Trazer dois ou três, por enquanto não traz problemas)

Por ser um material muito apreciado pelos que fazem bijuterias, arte, decoração, há muitas pessoas inescrupulosas que vão contra as regras e saem levando baldes de seixos de vidro, continuando de certa forma a destruição daquilo que uma vez a natureza conseguiu consertar com grande empenho de força e tempo.

Você pode encontrar o beach glass no pequeno museu local, produzido industrialmente, vendido a preço bem acessível assim como as gemas de vidro. Então não precisamos ir tão longe para buscar esses tesouros. Vamos lá somente para apreciá-los e ver o poder da natureza..

Do estúdio Mela Delgado fica este belo mosaico onde se usou muito bem o beach glass.

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Expo Solo

A idéia de fazer uma exposição sozinha foi amadurecendo e finalmente aconteceu. Não pensei que seria tão gratificante! Planejei de maneira bem simples, sem vernissage, só uma abertura tranquila com amigos e família. Realmente superou minha expectativa o retorno, o carinho dos amigos e o reconhecimento profissional.

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Grazi, Odilon e Leandro.

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Adalgisa, Véra, Nilda e Marly.

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Véra Oliveira, Curadora.

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Rui Vieira, Marly, Ana Sophia, Caroline e Lutero Leme.

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Maura, Marly, Cristiane e Sélvia.

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Caroline e Ana Sophia.

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Meus pais.

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Rui Vieira ao lado do retrato da Caroline.

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Exposição Solo

convite eletrônico Chatô

Evento:

https://www.facebook.com/events/1525904047669405/?pnref=story

Novo Ano Novos Trabalhos

Todo mosaísta conhece aquela vontade de compartilhar idéias e trabalhos, pois vem dessa troca também, inspiração para novos começos. Então  começo esse ano um pouco mais ativa e vou logo postando dois trabalhos de mosaico que terminei ao longo desses últimos meses de 2013. Para a série JANELAS esse gatinho preto na janela me chamou a atenção, ele me pareceu tão abandonado e solitário, com frio, talvez como eu me sentisse, atormentada, várias vezes ao dia com pensamentos de abandono dentro da minha concha de depressão. Mas então, tem a JANELA. As janelas podem estar abertas ou fechadas. Bem, essa estava aberta com uma linda cortina esvoaçante.

Every Mosaist knows that desire to share ideas and works, because this exchange brings also inspiration for new beginnings. So, early this year, and a little more active with my blog, I am posting two works of mosaic I finished over these last months of 2013. For the series WINDOWS I found this photo of a black kitten in the window that caught my attention, he seemed so deserted and lonely, cold, maybe as I felt, tormented several times a day with thoughts of abandonment inside my shell of depression. But there is a WINDOW. It may be opened or closed. Well, this one was open with a beautiful flowing curtain.

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55 x 70 cm

pastilhas de cerâmica, pastilhas de vidro e azulejos

Terminei também um projeto que me esperou por muito tempo. Revestir uma peça de cerâmica branca que encomendei da Artesanatos Itamarati em Curitiba. Normalmente a encontramos pintada e chamada de namoradeira, mas resolvi trabalhar com ela em mosaico. Muito trabalho depois aí está a minha pensativa Xica da Silva Vieira.

I also completed a project that I started long ago. I ordered the white ceramic piece from “Artesanatos Itamarati” in Curitiba. It is usually found painted and called “Flirt”, but I decided to work with her in mosaic.  Many painstaking hours later, here is my “Wistful Xica da Silva Vieira “.

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2013 in review – Isso é muito interessante! Preciso compartilhar mais!

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A New York City subway train holds 1,200 people. This blog was viewed about 5,500 times in 2013. If it were a NYC subway train, it would take about 5 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

Detalhes Bizantinos

Muito se fala sobre os mosaicos bizantinos. Eles chamam nossa atenção pelo seu brilho, seu detalhamento ilustrativo,  decorativo e responsivo.

Comecei a reproduzir pequenos detalhes geométricos de faixas, bordas ou abóbodas que achei interessantes.

Estou usando pastilhas de vidro e Gold leaf tiles (di Mosaico).

13 x 18 cm

Em execução…

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Mais adiante vamos postar as igrejas onde aparecem estes mosaicos, mas por enquanto … Alguém saberia dizer de onde saíram estes detalhes?

How to Talk to Artists at Art Festivals- The Do’s and Don’ts

Eu li e gostei. Se você for ao blog não deixe de ler os comentários que foram bem discutidos. Compartilho:

How to Talk to Artists at Art Festivals- The Do’s and Don’ts (Warning: You’ve probably been guilty of at least one of the don’ts…).

 

I visited the Cherry Creek Arts Festival here in Denver today. I go every year. As an artist I was fortunate enough to be chosen to show at this festival (one of the top 3 outdoor art festivals in the country) for 3 consecutive years back in the 2000′s. (I’ve since moved on to strictly gallery exhibits) As I was wandering around enjoying the art, I was struck by the conversations around me, and reminded of the “horror stories” shared by fellow artists (and experienced myself over the many years of doing outdoor shows) about rude and insensitive people, and even well-meaning people who unintentionally insult the artist. On the other side, I see many people who are intimidated by art and feel insecure talking to artists and asking questions. So if you are one of the millions of people visiting an arts festival (or gallery opening, or art walk) this summer, this “How to Talk to Artists” Primer is for you.

 

Please Note: The following was compiled as a result of nearly 2 decades of conversations and questions with fellow artists of all stripes, and is a reflection of the main concerns expressed by hundreds of artists over the years, and not at all strictly my opinion or experience. Every artist is different. This is meant to give a general idea of what life is like for the fair artist, and hopefully give a little knowledge and understanding to the patron.

 

Lesson One: Understanding the Artist

 

We may be somewhat unconventional people, but we are human, just like you. What sets us apart is the intense drive to create. It is what we are made of. We can’t not create. (I apologize for the double-negative) What we make is part of us. The pieces you see hanging on the walls are our “children”. We put our blood, sweat and tears into every one of them. Frankly, it takes (ahem) big balls to put ourselves on display, to open ourselves up to criticism and judgment. No matter what we do, there are going to be people that don’t like it. Being an artist is a hard life. We are all self-employed. We do not have companies to give us regular paychecks, insurance, and security. Most of us also have to do all our own marketing, sales, packing & shipping, and everything else it takes to run a small business. A typical working artist spends 50% of the time on marketing and sales and the rest of the time working on his/her creations. We also tend to put in 50-60 hour work weeks. Make no mistake, being an artist is a JOB, not a fun hobby we do in our spare time. Most of us went to school to learn our craft and earn a degree, and have spend years (in my case, decades) continuing to learn, practice, and get better at what we do, just like any job. It can be a thankless job as well, as most artists make very little money especially in the beginning. It can be a rather humbling career.

 

Lesson Two: How did these artists come to show at this festival, and what does it take to get here?

 

With the larger Arts Festivals around the country, this is how it works. There is an application process about 6 months before the festival, with artists submitting images of their work (usually with an average fee of $35) to a jury who selects which artists will be allowed to show at the festival. The competition is fierce. With the Cherry Creek Arts Festival for example, only about 9% of all submitting artists are chosen to exhibit (and of course, the jury fee is not refundable). The artists then pay a “booth fee”, which can be anywhere from $800-1600 depending on the show (CCAF is $850 for a 10 x 10 space for 3 days). The artists then have to supply their own booth and display. Artist’s displays can cost in the range of $1000-$5000, some even more. Many artists also travel great distances to get to the festivals, usually driving with all their art and booth set-up hundreds and thousands of miles, incurring costs for gas, hotels, etc. As you can see, most artists are out-of-pocket for thousands of dollars before the festival even opens.

 

Here’s what doing a festival can feel like for an artist: Imagine packing up a tent along with all your most valuable possessions, being on the road driving for days, then setting up your tent on an asphalt street with hundreds of other people in 90 degree heat, and placing all your valuables in this flimsy tent. Then, you get to spend 10-12 hours a day for three days standing in that hot tent (you can’t leave except for bathroom breaks and to grab a fast bite), smiling at thousands of people till your face hurts, and hoping like hell people like your valuables enough to buy a few from you. Then, at the end, when you’re dog-tired, you get to pack your tent and things back up and drive all the way back home, or to the next festival and do it all over again.

 

Lesson Three: What to Never-Ever Ask or Say to an Artist

 

So you’re at the festival, looking at the art on display. If you’ve read the above, then you know more than most of the people there already (good for you!) and probably have some appreciation for the artists, even if you don’t like their work. Here is the Top 9 List of what to Never-Ever Ask an Artist, and why:

 

#1 “Can I get a discount?” Or, “Will you take $500 instead of $1000 for this?” First off, this is an insult to the work and the artist. Unlike a flea market, artists generally do not expect to haggle. This is their livelihood and their blood sweat and tears on display. That being said, most professional artists build about 10% wiggle room into the price for their collectors, and this is ok, but asking for more than that is not. Most artists price their work at very fair rates based on time, materials and overhead. Think of it like this: What would you say if you went into work on Monday and your boss asked you to work at half your usual salary for the week? You’d probably quit.

 

#2 “Does this come in any other size/color?” Each piece of art is a unique creation by the artist, not a mass-produced item. Again, this question is insulting the artist’s work, however unintentionally. (Note: this one refers strictly to original art, not prints and reproductions, which can of course come in several sizes. It is in the context that implies “Can you change your original art to suit me?”) DO ask to look at the artist’s portfolio, there may be something there you like even better!

 

#3 “Is it finished?” Another one that makes artist’s cringe. If it is on display and for sale, always assume it’s finished.

 

#4 “How long did it take you to do that?” I can feel artists all around the world shriek in horror at this question. How long it takes to make has no bearing on the value. My favorite answer to this question is a little story about Pablo Picasso. Pablo is having a coffee in a cafe’ when a fan comes up to him, exclaiming how much she loves his work and asks, “would you draw something on this napkin for me?” Pablo does a drawing on the napkin, hands it to her and says, “that will be $10,000″. She cries “$10,000! but it only took you a a few minutes to draw it!” and Pablo replies, ” But madame, it took me a lifetime to learn to draw that way.”

 

#5 “How did you make that?” There is a fine line with this one, as it’s all about the context. Often, this question is asked with the intention of, “I’ll go home and make one just like it!” Which is obviously not good for the artist. Inquiring about the artist’s process (ie: “Tell me about your process.”) is ok.

 

#6 “Your work is just like so-and-so’s.” Ouch. Artists like to think they are unique creators. We would rather not be compared to other artists. It IS always ok to ask who the artist is influenced by.

 

#7 “It must be fun to just paint all day.” and/or “What do you do for a living?” If you’ve read the above paragraphs, you already know why this one is a no-no. They are artists. That’s what they do for a living.

 

#8 “I want to learn to paint when I retire/have free-time, etc.”  It’s wonderful that you’d like to paint, (everyone should have a creative outlet!) however it can imply that art is a hobby, which to these artists, it most definitely is not and this can be taken the wrong way. This question goes hand-in-hand with “How can I learn to paint like that?” Just don’t go there. “Do you teach?” Now that’s a good question.

 

#9 It should go without saying, but never insult the work. Even if you think it’s hideous. Just keep it to yourself. That’s a person’s heart and soul on display, even if you don’t like it. Comments like, “My 5 year-old could paint that!” are always rude. I’ve had many rude comments thrown my way, such as, “Why would anyone want to hang that on their wall?” (CCAF 2008) and, “You’re painting on top of photographs!” (Spoken very loud and accusingly at my own art opening in 2010) It just plain hurts. That person standing behind you may be the artist, don’t assume he can’t hear you. I’m an artist and see work I don’t like all the time, but I always try and have enough respect for the artist to keep my mouth shut. If I want to discuss the work in a negative way, I wait till we have left the festival or gallery. Always.

 

OK, if I haven’t completely scared you away from talking to artists at art festivals by now, here are a list of questions that will always be welcome:

 

#1 “Tell me about your work.” It’s the perfect question.

 

#2 ” What/who influences you?” An excellent conversation starter, always welcome.

 

#3 “What inspired you to create that?”

 

#4 “What attracted you to working with pattern/the figure/still life’s/animals, etc?”

 

#5 Sincere complements are always welcome. “Beautiful work”, “well-done”, “great technique” is always nice to hear. I had one man tell me, “This is hands-down the best work of the show.” and I could tell he really meant it. That was 4 years ago and it still makes me smile.

 

#6 It’s ok to just be silent. (it’s much better than an insincere complement) A person thoughtfully and quietly studying a piece is always welcome. Don’t feel like you have to say something.

 

A few final notes:

 

Never take pictures of the art unless you ask the artist for permission first. There are unfortunately people out there who take hi-res images of work to make prints of and sell. Obviously this is a highly illegal copyright violation, but it happens. Also, some folks take pictures thinking they will go home and try and copy the piece (this is theft and copyright violation). Both these scenarios are bad news for the artist. You may just want to take a picture because you think it’s pretty, but the artist doesn’t know that. Ask before you shoot.

 

And lastly, remember these folks are working hard and are here to sell their work. Don’t take up an artist’s time chatting if you have no intention of buying. They need that time for their paying clients.

 

Don’t feel bad if you’ve been guilty of one of the “bad” questions. We’ve all been there, even the arts professionals! You are now armed with more art festival knowledge than most, and you’ll never be in danger of unintentionally insulting an artist again. So go forth, explore the arts, and have fun!